Visitas da diretoria do Sindeducação nas UEBs que farão a Avaliação de Fluência de Leitura

Diretoria do Sindeducação dialoga com os profissionais da educação.

 

Das escolas da rede pública municipal anunciadas para aplicação do Teste de Fluência de Leitura, a diretoria do Sindeducação já realizou visitas em duas para conferir de perto se as unidades de ensino possuem condições adequadas para a realização da avaliação nos próximos dias.

Nas escolas Nossa Senhora Aparecida, no Monte Castelo e Jornalista Neiva Moreira, no Bequimão, os professores que estavam nas unidades fizeram várias queixas aos diretores do Sindeducação, parte dos profissionais reclamam da falta de tempo hábil e desorganização para a realização da avaliação promovida pela Secretaria Estadual de Educação (Seduc-MA) em 217 municípios maranhenses.

Parte do forro está desabando na UEB Nossa Senhora Aparecida.

Segundo os professores, a Secretaria Municipal de Educação (Semed) não fez um planejamento melhor para a realização desse teste e os profissionais passam por treinamentos poucos dias antes da aplicação da prova e, mais uma vez, terão que usar seus equipamentos pessoais (tablets e celulares) para baixarem o aplicativo do teste, já que até o momento a administração municipal não forneceu chips de internet e aparelhos como suporte para os profissionais. Outra questão relatada nas unidades é a falta de álcool em gel para higienização das mãos – um dos insumos indispensáveis para o cumprimento dos protocolos sanitários recomendados pelos órgãos de saúde. Na UEB Jornalista Neiva Moreira, por exemplo, na manhã desta terça-feira (31) não havia água, já parte do forro da escola Nossa Senhora Aparecida estava comprometido, apresentando sinais de desabamento, o que pode causar sérios acidentes.

Banheiro da UEB Nossa Senhora Aparecida precisa ser reformado,

Diante do cenário encontrado pela diretoria do Sindeducação nestas escolas, somando com as denúncias que chegam a cada momento à entidade sindical, informamos que já cobramos da Semed um posicionamento sobre este assunto e também encaminhamos ao Ministério Público do Maranhão um documento com nossas recomendações solicitando ao órgão providências cabíveis para a solução desta demanda.

 

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IMPRENSA SINDEDUCAÇÃO

 

 

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