Situação precária – Ano letivo nas escolas municipais iniciou nesta segunda feira (21)

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Mesmo sem as mínimas condições estruturais e de segurança, a Prefeitura de São Luís deu início nesta segunda-feira (21), ao calendário escolar 2016. A atual fragilidade da base educacional de São Luís é o resultado da falta de planejamento e investimento em políticas educacionais – em que o prefeito Edvaldo Holanda Júnior, prefere permanecer suprimido à ignorância dos fatos.
Dentro deste panorama do início do calendário estão inseridas a U.E.B Rubens Teixeira Goulart (Anexo I), localizada no bairro Cohab, e a U.E.B Professora Rosilda Cordeiro, situada no Quebra Pote, zona rural de São Luís
Na unidade Rubens Teixeira Goulart, a infraestrutura está totalmente comprometida – sem ventilador, paredes rachadas, telhado com risco de desabamento, caixa d’água em condição insalubre; falta de material pedagógico, e o escoamento da chuva dentro da unidade escolar e também, nas salas de aula. Outro problema alarmante encontrado na escola – são locais com água parada, propícias para a reprodução do mosquito da dengue.
Na escola Professora Rosilda Cordeiro, a visão do caos se insere no contexto de abandono por parte do poder público municipal. A escola já foi alvo de criminosos várias vezes. As ações delituosas estão sendo favorecidas pela péssima infraestrutura da unidade escolar, que não apresenta nenhuma medida de segurança e, os criminosos invadem e saqueiam com facilidade.
Diante da estrutura calamitosa dessas unidades escolares – a intenção do governo municipal em iniciar as aulas é mais uma atitude comodista e desrespeitosa com o corpo educacional e a sociedade em geral. Como oferecer um ambiente escolar sem ventilador, sem água potável, com rachaduras nas paredes, com grandes goteiras em sala de aula e com o telhado comprometido? (esses são só uma parte dos grandes problemas que assolam as escolas).
Será que o prefeito, em todos esses anos de mandato, nunca foi em uma escola do município? A conclusão que se tem – é que não; o prefeito Edvaldo não visitou e nem visita a rede pública municipal, pois, pensando do ponto de vista coerente, ele (o prefeito) em contato com a triste e decadente realidade do espaço escolar público – não permitiria o início do ano letivo de 2016, ou será que permitiria?
O Sindeducação – gestão “Renovar Avançar na Luta” reforça a luta em prol da qualidade da educação do município e, mais uma vez vai cobrar da Secretaria Municipal da Educação (SEMED) a revitalização emergencial desses espaços.
A Direção do Sindeducação não aceita o início do calendário escolar 2016 com o atual cenário instalado em São Luís!

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