Sindeducação vai às ruas contra reformas que retiram direitos dos trabalhadores

 28 de abril: A Educação vai parar!

arte para greve site

Mais uma vez o SINDEDUCAÇÃO vai para as ruas!

No dia  28 de abril, estaremos na luta contra a reforma da previdência, a reforma trabalhista, o projeto de Lei das terceirizações, pela valorização dos professores e por condições dignas de trabalho.

O Brasil passa por uma profunda recessão econômica, que atinge todos os setores da economia e que a cada dia cresce por conta da política de austeridade do atual governo. Sem a retomada do crescimento, assistimos à pior recessão econômica da história com projeção de crescimento mínimo para os próximos anos.

As principais vítimas desse processo são trabalhadores penalizados com o desemprego, que já atinge cerca de 13 milhões de pessoas, trabalhadores que a cada dia estão sendo usurpados dos seus direitos e vivendo na incerteza em relação ao trabalho e à proteção social.

O governo Michel Temer “surgiu para rasgar a Constituição e destruir pilares do Estado de Direito, enquanto promove o desmonte das políticas de proteção social”. Ele mente quando alardeia que a Previdência Social é deficitária, manipula os cálculos e propõem uma reforma previdenciária nociva ao trabalhador, que se for aprovada, o trabalhador não vai conseguir se aposentar. Com a reforma, a idade mínima para a aposentadoria vai aumentar, assim como o tempo de contribuição que vai passar a ser de 25 anos. Para garantir a aposentadoria integral o tempo de contribuição será de 49 anos. A proposta ainda veta o acúmulo de benefícios, não sendo mais possível acumular aposentadoria e pensão por morte.

Além de não se aposentar, os trabalhadores vão perder direitos históricos que hoje são Lei, garantidos na CLT.

Com a reforma trabalhista estão ameaçadas as férias de 30 dias, a jornada de trabalho de 8 horas diárias e 44 semanais, a Participação nos Lucros e Resultados (PLR) que poderá ser parcelada em quantas vezes quiserem os patrões e podem diminuir até o horário de refeição.

O trabalho vai ficar ainda mais desregulamentado. O contrato de trabalho temporário passará a ter vigência de 4 meses e poderá ser prorrogado por igual período.

O projeto de lei da terceirização, o PL 4302, aprovado na Câmara Federal, impõe total superexploração à classe trabalhadora brasileira com a legalização da terceirização nas atividades fim.

Não haverá geração de emprego. O que vai ocorrer, de fato, é uma onda de demissões de trabalhadores contratados pela CLT para posterior contratação terceirizada.

Na prática, significa trabalho com salários mais baixos, maior jornada, menos direitos trabalhistas e péssimas condições de trabalho o que resultará também em maior número de acidentes, doenças e mais mortes por acidente de trabalho.

Por outro lado, a educação pública no Brasil está sucateada. Em São Luís, as nossas escolas não têm o mínimo de infraestrutura para funcionarem, colocando em risco a vida de professores e alunos. O governo municipal não valoriza os profissionais do Magistério, todos os direitos e reajustes para a categoria são garantidos com muita luta.

A educação para suas atividades porque lutamos por uma educação pública de qualidade, pela valorização dos nossos professores, por condições dignas de trabalho e escolas com infraestrutura adequada para o desenvolvimento do ensino aprendizagem.

Por tudo isso Professor é que no dia 28 de abril devemos mobilizar toda a categoria aderindo à Greve Geral. A partir de 07 horas na Praça Deodoro, vamos dizer não as reformas que retiram os direitos dos trabalhadores.

Vamos à luta!

Nenhum direito a menos;
Abaixo o PL da terceirização Ilimitada;
Retirada da Reforma da Previdência e da Reforma Trabalhista;
Pela valorização do professor;
Por condições dignas de trabalho;
Todos juntos na Greve Geral!

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