Sindeducação reúne com a Semed nesta terça-feira, 13 de julho de 2021

 

Hoje, 13 de julho de 2021, acontece reunião entre o Sindeducação e a Secretaria Municipal de Educação (Semed) com o objetivo de discutir as diversas demandas da categoria de professores, dentre elas a pauta de reivindicações de 2021 e o plano de retorno das aulas presenciais na rede pública municipal de São Luís.

Essa é primeira vez que o sindicato vai reunir com o atual secretário, Marco Moura, para discutir a pauta de reivindicações deste ano, que inclui, entre outras questões, a revisão salarial, os direitos estatutários, as condições de trabalho no ensino remoto e as reformas das escolas. Isto é, há uma gama enorme de demandas represadas, sobretudo porque a mesa de negociação, eleita na assembleia de 22 de fevereiro, ainda não foi instalada. Nesta reunião pretendemos exigir a abertura oficial da mesa para que possamos discutir e dar resolutividade às questões como o pagamento das progressões, titulações e adicional de difícil acesso, cujos processos estão parados desde janeiro na mesa do prefeito Eduardo Braide, a finalização do processo de ampliação da jornada dos professores que pediram exoneração de uma matrícula, a revisão salarial dos professores que estão há quatro anos sem reajuste, as condições de trabalho para o ensino remoto, como distribuição de chips com acesso à internet e equipamentos tecnológicos aos estudantes e professores.

Em todo esse período o sindicato adotou uma postura de diálogo com o governo, procurando de diversas formas chamar a atenção para as problemáticas que envolvem a categoria de professores. Foram inúmeras reuniões, atos e ofícios (veja todos os ofícios abaixo) exigindo, cobrando, buscando informações e reivindicando nossos direitos, inclusive a categoria realizou uma paralisação de advertência nos dias 15 e 16 de junho de 2021.

Atualmente, a Secretaria Municipal de Educação planeja o retorno presencial das atividades escolares a partir de agosto. Até agora tivemos duas reuniões, juntamente com o Ministério Público, para discutir o tema e a Semed apresentou somente o protocolo sanitário, ainda não apresentou um plano de retorno, demonstrando a viabilidade do retorno considerando a estrutura física das escolas e as questões pedagógicas, especialmente no que diz respeito ao ensino híbrido. O sindicato está atento e não aceitará que a comunidade escolar seja exposta em escolas insalubres e sem condições de garantir a segurança sanitária adequada.

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