Sindeducação em Brasília – DF

Encontro apontou coletivos educacionais em estados e municípios como peça chave no diálogo com as bases

A vice-presidente do Sindeducação, Ester Durans, esteve na semana passada em Brasília (DF) participando de uma reunião do Coletivo Educacional da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE). O evento, realizado nos dias 11 e 12 de março, reuniu dirigentes de entidades da educação filiadas de todo o país na capital federal para debater estratégias de mobilização para defesa e aprovação do Plano Nacional de Educação (PNE). A CNTE destacou que a estratégia pode começar com a construção de coletivos educacionais próprios em cada organização.

Estratégias de luta 

Seguindo a programação, os dirigentes sindicais presentes no evento dedicaram-se a uma análise estratégica sobre o calendário de mobilização da CNTE. A partir das avaliações coletivas, os grupos apontaram sugestões de como as atividades poderiam ser desenvolvidas entre as bases, escolas e nas comunidades escolares.

Entre os principais desafios apontados no fim do evento, foram reforçados:

I- Até o dia 25 de março, criar os Coletivos Educacionais nos estados e municípios para fortalecer a mobilização;

II- Estabelecer parceria com a secretarias de comunicação das entidades para divulgação de ações;

III- Promover o lançamento da revista ‘Retratos da Escola’ nos sindicatos e nas escolas;

IV- Construir um calendário com as datas para reuniões de alinhamentos entre os membros do Coletivo Educacional Nacional; e

V- Criar articulação com a comunicação dos sindicatos para intensificar a Marcha da Classe Trabalhadora, em 22 de maio.

 O que diz o Sindeducação sobre o evento

De acordo com a vice-presidente do Sindeducação, Ester Durans, é fundamental que as entidades possam levar a discussão para as suas bases e discutir qual é o papel da Conferencia Nacional de Educação (Conae), os desafios para o próximo período, a importância do PNE. “Devemos relembrar quem deve construir as políticas de educação do país são os trabalhadores da educação, estudantes e a comunidade escolar. Esse calendário de mobilização deve servir para organizar a categoria de professores por um projeto de educação à serviço da classe trabalhadora e, claro, contra a privatização da educação”, observou a dirigente sindical. 

 

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