MÊS DO PROFESSOR | Sindeducação promove debate sobre os ataques à Educação Pública nesta quinta-feira (24)

O Sindeducação promove, nesta quinta-feira, dia 24, um espaço de debate e reflexão sobre as medidas adotadas pelo atual Governo Federal, na área da Educação Pública, desde o último mês de janeiro. A Mesa-Redonda “O Enfrentamento aos Ataques do Governo Federal: desafios e consequências” acontece a partir das 18h, no auditório Zenira Fiquene, Faculdade Pitágoras, Turu. A atividade faz parte da programação elaborada pela Diretoria do Sindeducação em homenagem ao Mês do Professor.

Para o debate, o sindicato convidou os professores Cláudio de Souza Mendonça, Cristiano Nunes Alves e Severino Vilar de Albuquerque.

A expectativa da professora Nathália Karoline, dirigente sindical, é que a Mesa-Redonda permita um espaço de esclarecimento, e propicie um debate franco e enriquecedor aos educadores da Rede Municipal. “Contamos com a presença dos professores, nessa que é uma atividade de relevada importância para entendermos a conjuntura política dada, nos posicionarmos diante do atual contexto de lutas”, frisou a sindicalista.

Além do contexto nacional, o Sindeducação também vai adentrar na conjuntura local, onde a categoria sofre uma política de arrocho salarial, precarização das escolas e o não pagamento dos direitos estatutários pelo Governo Municipal. Ao longo da gestão do prefeito Edivaldo Holanda Júnior, 2013 a 2019, os professores já acumulam 17,46% de perdas salariais. O reajuste nacional do Piso do Magistério, de 4,17% em janeiro, ainda não foi concedido pelo Ente Municipal.

A nossa intenção é, também, relacionar os contextos nacional e local, em uma análise e discussão completa, que proporcione uma avaliação de conjuntura geral para o nosso professor”, explicou a professora Elisabeth Castelo Branco, presidente do Sindeducação.

Todo esse enfrentamento deve ser feito de forma articulada contra tudo que vem atacar o Magistério e o espaço escolar como um todo, a exemplo da política de militarização e o projeto de escola sem partido”, finalizou a presidente.

Imprensa Sindeducação.

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