EXPOSIÇÃO | Professora da UEB Camélia Viveiros desenvolve atividade extraclasse com estudantes do 6º Ano

Estudantes da Camélia Viveiros participaram de atividade extraclasse.

Alunos da UEB Camélia Viveiros, no Coroado, visitaram a exposição “Choque, Landruá, Sucubé, Munzuá…O Design da Pesca no Maranhãoque reúne 120 peças criadas por 80 artesãos, de 41 municípios maranhenses. A atividade extraclasse, realizada no último dia 13, no Centro de Cultura da Vale no Maranhão, foi coordenada pela professora Flor de Cássia.

Cerca de 40 alunos do 6º Ano matutino, conheceram a história e objetos utilizados na pesca, como redes, armadilhas, viveiros, itens de armazenamento e de transporte, além de remos e agulhas de tecer, dentre outros.

Segundo a educadora, a atividade buscou integrar os estudantes com a cultura local. “O contato dos estudantes com os objetos da exposição da pesca maranhense reforça o respeito pelas diversas comunidades tradicionais, no caso os pescadores, e amplia os seus conhecimentos na medida que oportuniza novos meios e formas de aprendizado” , ressaltou Flor de Cássia.

A estudante Jamilly Assunção de Oliveira, de 12 anos, disse ter apreciado muito a visita ao Centro Cultural, que fica no Centro Histórico da cidade. “É muito bom ver de perto as coisas que meu avô trabalhava sendo valorizadas em uma exposição num espaço bonito como este do CCVM”, observou a estudante.

Para João Guilherme Rodrigues Barros, de 15 anos, as informações apresentadas pelos Guias do CCVM, sobre os pescadores e instrumentos usados, foram muito interessantes, pois mostraram a importância desta atividade para milhares de famílias do Maranhão.

A gestora geral da Camélia Viveiros, professora Valdinéia Duarte, destacou a importância da visita dos estudantes ao espaço, como forma de ampliação do aprendizado e conhecimento de uma atividade tão essencial para a sociedade. “É de extremo valor o incentivo dos pais e professores para que os estudantes visitem exposições e outros locais de artes com o objetivo também de ampliar o aprendizado. É bom poder discutir, refletir e valorizar as diversas atividades de um povo “, assinalou.

Imprensa Sindeducação.

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