Sindeducação cobra medidas concretas em relação a insegurança na UEB Rosilda Cordeiro

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Na manhã desta terça feira, 17 de maio, a diretoria do Sindeducação – gestão Renovar e Avança na Luta, participou de uma reunião na SEMED com o secretário de Educação Moacir Feitosa e os professores da UEB Rosilda Cordeiro, zona rural de São Luís.
Também esteve presente as professoras Orfisa Surama e Isabel Cristina Dias, dirigentes sindicais; a secretária Adjunta Maria de Jesus Leite e a superintendente da área de ensino fundamental, professora Arsenia Formiga.
Durante a reunião os professores da Escola Rosilda Cordeiro manifestaram indignação e repúdio pela ausência de segurança no local de trabalho – estão vivendo uma rotina de ameaças de pessoas da própria comunidade.  “Não aguentamos mais as ordenanças de pessoas que não são vinculadas com a instituição de ensino. Estamos nos sentindo intimidados e ameaçados por essas pessoas. Queremos uma providência por parte da Secretaria Municipal de Educação. Já chegou no limite. Queremos segurança na escola”, relatou uma professora que não quis ser identificada.
A professora Elisabeth Castelo Branco, presidente do sindicato, acompanhou a reunião na SEMED e disse que tomará todas as medidas cabíveis enquanto representante da categoria de professores.  “É inadmissível os professores passarem por situações como essas. Escola é um espaço de práticas pedagógicas e de desenvolvimento do processo ensino/aprendizagem. Hoje, a maioria das escolas da rede sofrem atos de vandalismo – o reflexo desses atos é compatível com o desgoverno municipal que não incentiva a educação. Segurança no espaço escolar é direito de alunos e professores, no entanto, a Prefeitura de São Luís desconhece essa política constitucional.
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O caso será acompanhado pela Assessoria Jurídica da entidade sindical que deverá construir um documento relatando sobre os fatos ocorridos nas dependências da instituição escolar. “Tomaremos todas as providências jurídicas cabíveis com intuito de resguardar os educadores que se sentirem cominados por terceiros”, garantiu o advogado Antônio Carlos, assessor jurídico do sindicato.
Prefeitura omissa
 
Além das inúmeras atrocidades com o sistema educacional de São Luís – Edivaldo Holanda Junior finge desconhecer a carência da rede de ensino no que tange a carência de professores, a falta de material pedagógico, a infraestrutura nas unidades e a segurança nos espaços escolares.
Holanda Júnior carrega um embaraço que ele mesmo criou ao assumir a gestão municipal – deixando milhares de alunos sem condições mínimas de acesso à uma educação pública de qualidade. Ele surgiu com a promessa de transformar a educação de São Luís, mas, em vez de políticas educativas, o prefeito carrega a realidade de um governo omisso e sem ações de mudança na política de ensino.
Amanhã, 18 de maio, o secretário de Educação Moacir Feitosa prometeu uma visita na unidade com a iniciativa de solucionar a problemática da unidade de ensino. Fica o enorme desafio ao secretário – solucionar as problemáticas que nunca tiveram resolução por parte da Prefeitura de São Luís.

2 Comentários

  • Osmana Matos disse:

    O ocorrido na UEB Rosilda Cordeiro foi um ato de revolta por parte de uma representante do Conselho escolar e o representante da união de moradores do bairro frente à decisão de alguns professores se.negarem a dar aula so porque o porteiro que havia chegado na escola nao ter em maos um documento expedido pela.Semed. Apesar da Semed já haver comunicado à gestora da escola verbalmente a apresentação do rapaz . Precisa – se ouvir as.duas.partes envolvidas no ocorrido para se tecer um comentário e concluir a veracidade dos fatos.

  • Osmana Matos disse:

    O ocorrido na UEB Rosilda Cordeiro foi um ato de revolta por parte de uma representante do Conselho escolar e o representante da união de moradores do bairro frente à decisão de alguns professores se negarem a dar aula so porque o porteiro que havia chegado na escola nao ter em maos um documento expedido pela.Semed. Apesar da Semed já haver comunicado à gestora da escola verbalmente a apresentação do rapaz . Precisa – se ouvir as.duas.partes envolvidas no ocorrido para se tecer um comentário e concluir a veracidade dos fatos.

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