Agenda de greve: Sindeducação na “Paralisação dos servidores públicos e por um 1º de maio classista”

Semana de luta e de muito enfrentamento contra os ataques aos direitos dos trabalhadores. Em São Luís, a rede pública municipal de ensino, em greve desde o dia 18 de abril, busca reajuste salarial digno –  o cumprimento da Lei do Piso e a repercussão dele em toda a tabela salarial dos profissionais do magistério, e exige que a categoria, bem como os alunos e alunas, não convivam mais em escolas insalubres neste período de pós-pandemia.

Os professores e professoras da rede, desde que aderiram ao movimento paredista, o que é totalmente constitucional, sofrem agora com ameaça de corte de ponto feita pela Prefeitura de São Luís, que vem se utilizando da justiça, para tentar enfraquecer a greve de todas as formas, antes mesmo dela iniciar.

Estamos passando por um momento crucial, em que só queremos valorização, respeito, condições de exercermos nosso trabalho e garantir o acesso de todos e todas à educação. Portanto, o que acontece na capital maranhense é só mais um exemplo de como os governos atuais enxergam os trabalhadores: como inimigos. Não podemos permitir!

Na tarde de ontem (28), o Sindeducação se uniu à outras categorias, representadas por centrais e demais sindicatos, para pedir todo o apoio da população no ato “Paralisação dos servidores públicos e por um 1º de maio classista”, que ocorreu na Praça Deodoro, no Centro. Foi uma grande oportunidade de usarmos a nossa voz para alertarmos sobre  o aprofundamento dos ataques aos nosso  direitos e toda a inversão de valores que vem acontecendo neste país. Este foi mais um importante ato dentro de nossa agenda de luta!

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